Dicas

Alergias Alimentares Imediatas

Existem dois tipos de alergias alimentares, as alergias imediatas e as alergias tardias. Elas se diferenciam devido a estimulação que escolhem dentro do nosso organismo.

Quem já ouviu falar de alguém que não pode comer camarão? Ou qualquer outro alimento? Ou alergia de abelha? Ou qualquer reação que seja imediata ao contato com alguma substância?

Estamos falando de alergias imediatas!

Estas alergias causam agressões que respondem em segundos ou minutos. As reações são percebidas por coceira, espirro, vermelhidão, bolhas, cólica, diarreia, inchaço, edema de glote, choque anafilático e outras reações desagradáveis imediatas.

São reações muito perigosas, pois podem levar a morte nos casos de edema de glote e choque anafilático se não chegar a tempo num serviço medico de urgência.

Na pratica clínica, estas alergias não nos preocupam muito, pois quem as tem “corre léguas” da substancia alergênica, evitando assim as reações desagradáveis, não se tem dúvida num caso como esses.

Você deve se perguntar como surgem as alergias imediatas.

Muitas pessoas me dizem no consultório que passaram boa parte da vida comendo determinado tipo de alimento e que de uma hora pra outra começou a passar mal com o mesmo.

Isso acontece porque as alergias imediatas podem se manifestar de formas diferentes. Uma delas é a pessoa nascer com a alergia e manifestar os sintomas ainda bebê.

E nos casos onde a pessoa comia o alimento na infância e depois de um tempo começaram a surgir os sintomas? Essas pessoas nasceram com uma cota limite de tolerância ao alimento ou substância. Quando esta cota é atingida, os sintomas começam a aparecer. E se continuar a ingestão ou contato a alergia vai piorando até chegar ao edema de glote ou choque anafilático.

Qualquer pessoa pode ter alergia a qualquer coisa, mas se passar a vida sem atingir a cota limite, não vai desenvolver a alergia. Ou seja, são alergias cumulativas.

O tratamento para essas alergias é simples, porem muitas vezes difícil. O segredo é se manter o mais longe possível do alérgeno e ter sempre ao alcance da mão um antialérgico, recomendado pelo médico.

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